sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
Derretendo em poesia
"Poema de Janeiro"
O suor me afogou
No calor das horas
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
Beleza e Encanto
Canção
Desses que não se quer acordar
Um mundo azul no qual você está
Quando surpreendente surges
As estrelas cintilam um clarão
Bordando e tingindo
Seu vestido de luz sideral
A lua desce para espiar
A tal beleza que despertas, ah!
Romântica que é, sequer se apercebeu
Que na sua ausência
O céu silenciou
E o firmamento escureceu
por Assis Furriel
sábado, 3 de janeiro de 2015
Da aridez, a poesia
Seu olhar quando me molha
Não é de lágrimas, é de mar
Seu olhar quando me pega
É no jeito, no modo subentendido do desejo
Seu olhar molhado é de esperança
Que me torna verde o que em mim era pó
Essa chuva do olhar não é qualquer chuva
Até porque minha aridez não é palpável, visível
Sou solo fértil abandonado
Não é de lágrimas, é de mar
Seu olhar quando me pega
É no jeito, no modo subentendido do desejo
Seu olhar molhado é de esperança
Que me torna verde o que em mim era pó
Essa chuva do olhar não é qualquer chuva
Até porque minha aridez não é palpável, visível
Sou solo fértil abandonado
Assis Furriel
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